terça-feira, 22 de março de 2011

Desentender o amor

DESENTENDER O AMOR
Oskar Mendes

Eu sou o silêncio
O vento que passa sem ser notado
A vida que se vai sem ser vivida.
Os lábios que não falam
Os olhos que não choram.
O coração que não ama.
E os braços que se afastam de abraçar.

Eu sou o coração que se perde pelos caminhos da mente
Eu sou aquele que procura um coração calado
Só pra estar a seu lado
Alguém que saiba,
que a tristeza destrói o olhar, mas torna o coração compreensivo
Alguém que saiba que uma palavra siguinifica mais que um livro
Algúem que não se sinta só em meio à noite

Quantas vezes estive só em meio à uma multidão
Quantas vezes te procurei, sem encontrar
Te amei mesmo longe estive só, perdido
Aqui esperando por um momento, continuo
Continuo te procurando
Gritando seu nome, sem ouvir uma resposta...

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